
Não foi fácil. Aliás, foi difícil pra caramba. O Botafogo valorizou, e muito, a nossa conquista. Mas o que os deuses do futebol vociferaram aconteceu. O Mengão ganhou mais uma, mostrou que futebol se ganha no campo, provou que é possível, sim, jogar bem com o elenco que tem e calou a boca de muito corneteiro pro aí. Parabéns ao vicefogo, pela garra e por ter vendido caro o nosso Pentatri. Mas parabéns mais ainda pro Flamengo, sua torcida fenomenal, pros jogadores e, principalmente, pro Bruno, futuro goleiro da Selecinha.
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Bom, as boas notícias não param: é Imperador, é novo patrocinador, são novas contratações.
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Em compensação, vamos sofrer um bocado na tal janela de transferências do meio do ano. Mais ainda que com a do ano passado. O Ibson tem que ficar!
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Como poucos jogadores de fora da Gávea, o capita Fábio Luciano honrou o Manto, menos por seu futebol, que ainda assim é enorme, mais pelo amor ao Clube, pela liderança junto aos jogadores e pela consciência tática pouco comum em jogadores flamengos. Parabéns, Capitão, vai fazer falta.
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Será que o Kleberson está queimando minha língua? Será que o cara tá querendo começar a jogar pelo Fla?
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Que cenas bizarras as da festa de comemoração do título do Corinthians no Pacaembú, hein! Que papelão!
Flamengo até morrer!
Parece que o Imperador Adriano está na Gávea, de uma vez por todas. Depois do show de flamenguidade demonstrado nas declarações de que “a vontade de jogar no Flamengo é absurda” e de que “só volto a jogar futebol se for no Flamengo”, só falta o cara acertar a cabecinha para o resto. Se a cabeça for flamenga como é o coração, formou!
Atrasado, mas cumpridor. Bom, na verdade, sem muito assunto. Ganhamos fácil do Chorafogo em jogo ruim, mas massacrante pro pequeno bicolor. Teve um momento em que tínhamos acertado mais de 120 passes com 60% de posse de bola, contra menos de 40 e 40% respectivamente pra cachorrada. E ainda tem gente que acha que o jogo foi equilibrado… O fato é que estamos em mais uma final, pelo Penta-Tri e pela hegemonia do futebol carioca. Demorou, desde sempre devia ter sido assim.
Foram mais de um milhão de gols perdidos. Por isso o título do post. O Flamengo foi mais Flamengo que nunca e mostrou que futebol se ganha no campo, Sr. Presidente do FluminenC. O time jogou de forma justa, marcou o que podia, e perdeu os gols que não podia. Consegui um incidente diplomático com meus vizinhos, por causa dos gritos, além de enriquecer meu cardiologista em uma ou duas consultas a mais. A arco-íris teima em não entender o orgulho de ser Rubro-Negro. Mas hoje nem precisava ser Flamengo pra saber… Que venha o Foguinho, em um ou três jogos…
E, com esse brado pra ninguém ouvir, já que estava sozinho, comemorei mais um gol do Mengão, desta vez do Sheik Emerson, o homem que veio das Arábias pra trucidar com flores, foguinhos e vices-pra-sempre. O mais engraçado foi ver a naufragália da camisa grená fazendo biquinho depois de darem como certa a zebra contra o mistão do Mais Querido. É o que acontece quando se passa o pé sobre a bola, quando começam de palhaçadinha e quando tentam se igualar ao Flamengo. Flamengo é Flamengo, já dizia eu mesmo. Mais uma vez o Erick Flores mostrou ao que veio, fez um lançamento fenomenal na cabeça do bom Wellington que escorou pro Emerson fazer o gol mais fácil da vida dele… E o FH foi cumprir mais uma vez sua sina no futebol: buscar a bola dentro do gol… Ah, ah, como é bom ser Flamengo!
Sabiam que tem campanha oficial para construção do CT do Flamengo? Basta comprar uma linda camisa 12, criada e imortalizada pela própria torcida. 6 reais da arracadação com cada camisa serão revertidos para este fim. Mais informações: www.flamengo.com.br/ct/index.html .