Category Archives: Cornetada Vitoriana

Cornetagem sobre o Mengão e futebóis em geral.

Cornetada Vitoriana nº 200: Impedido sim, o freguês sempre tem razão

Impedido?

Impedido?

Geral sabe que esse espaço não foi feito pra falar sério. E que não serve pra falar de mais nada que não seja do Flamengo. Sabe também que não se quer impressionar ninguém, ou para encobrir falhas no elenco ou da cartolagem flamenga. Mas, convenhamos, esse título foi mais que merecido.

O Mengão não jogou as finais pra ser campeão. Mas foi. Porque jogou o campeonato. Perdeu um jogo, mesmo sabendo que não valia nada, e pra um time série C. E quando podia. E cheio de erro de arbitragem que nego não lembra, porque não ficamos de chororô quando acontece com a gente. É, porque acontece, mas nem por isso vamos querer explodir a cara de alguém, dar faniquito ou rasgar as pregas com as unhas. Nosso jogador estava impedido mesmo e o freguês sempre tem razão. Ou talvez não: o zagueiro Rodrigo estava lá atrás do gol dando condições, já que teve que sair pra ser atendido por causa de uma suposta contusão. Pra ganhar tempo. Pra tomar o gol de empate.

Engole isso, gente fina. Não somos os melhores. Não somos nem bons, pra falar a verdade. Mas somos o Flamengo, que não iria a lugar nenhum na Libertadores, e devemos não ir também no Brasileiro. Mas contra Vasco, Fluminense, Botafogo, Cabofriense e sei-quem-lázinhense reinamos sozinhos.

Aos Vices, meus parabéns pela conquista e por abrilhantarem nosso triunfo. Mas entendam que gritinhos de olé faltando 10 minutos pro fim de um jogo que poderia ter outro final e jogadores reservas festejando no banco não ajudam em nada. Ou melhor, ajudam sim: o Flamengo a ser campeão em cima de vocês.

Flamengo até morrer!

Cornetada Vitoriana nº 199: Sobre Flas e Flores

No jogo da elegância contra a vergonha, deu a vergonha!

No jogo da elegância contra a vergonha, deu a vergonha!

Ih, rapá, não é que tomamos uma traulitada sinistra do Flor ontem? Geral sabe que já não sou muito chegado a posts pós jogo. Em derrota, então, pelamodeDeus! Mas é como comentei com minha linda namorada, minha companheira de dissabor na noite do sabadão: nem me importo muito quando o Mengão sofre um revés, coisas que acontecem bissextamente, ainda mais quando os adversários são a rafameia de Laranjópolis, desde que jogue com fé. Entenda-se fé como a sagrada mescla do mantra Raça, Amor e Paixão. Bem fez ela em manter-se atualizada durante o jogo nas redes sociais. Jogamos mal bagarai, e não tem justificativa que encubra isso, nem recibo a passar.

Mas o deus Baco deu o ar de sua graça por essas paragens, bateu o espírito de Luís de Camões nessa pobre alma perdida, literal e metaforicamente, e os dedinhos se puseram frenéticos na teclação dessa carroça tecnológica que até que manda bem. A maçãzinha é foda! Além disso, poucas vezes tive tanta coisa pra dizer sobre uma partida de futebol, já que os pessoal tricolor é pródigo em nos encher de inspiração e assunto para comentar.

Bem, sendo bastante breve na cornetagem do jogo, duas palavras pra resumir nossa apresentação diante dos bilhardários que foram ao Maraca, nossa casa, ontem: lixo. Nem tanto em relação ao segundo tempo, que foi até bacana. Mas nenhum jogo, e quero, juro que quero, queimar minhas digitais no mármore carrara do inferno, que nenhuma partida do ludopécio mundial pode ser boa com o meu amigo Erazo Carlos escalado. Meu Pai, não lembro nem do Piá, do Jr. Baiano ou do Gustavo Geladeira errarem tanto em um só jogo! O cara foi o melhor jogador do Fluminense com a camisa do Flamengo em campo ontem. E olha que já vi nego fazer besteira na nossa zaga!

Como disse, poucas vezes tive um arsenal tão grande de itens a comentar quanto ontem. Outro deles, e, talvez, o mais digno de nota, é a felicidade que contagia os gatos pingados florminenses quando, vez ou outra, triunfam sobre a gente. Parece que os nego ganharam um campeonato mundial, o que eu imaginava que fosse privilégio dos viceínos. Deve ser pela dificuldade de realização de clássicos interdivisionais, né? Ou porque os caras temem, cheios de razão, que esse pode ter sido o único Fla X Flor de 2014. Sei lá, vai saber. Acho que ser vítima de bullying motiva mesmo a cambada esquisitona. O fato é que temo por minha liberdade, uma vez venho cometendo essa infração reiteradas vezes nas últimas semanas. E, ao que parece, isso é delito agora… Deus castiga e os meganhas prendem!

No entretanto, nada esconde a vergonha de sair na rua hoje, depois de uma tunda como a sofrida ontem. Vai lá, perder faz parte da parada, em que pese não sabermos o que é isso há mais de dois meses. Mas, pra um time da Segundona, com gol de um cara que pesa mais de meio quilo por centímetro de altura (acredite, isso é obesidade mórbida para um atleta, a menos que ele seja lutador peso pesado!) e que rolou pra cima da gente, e às vésperas da estreia na Liberta, é muito vexa pra pouco índio! Deus é mais!

Por ora, é isso. Achei que tinha muito o que falar, mas parece que superestimei os parcos poderes do FluminenC e sua torcida maluca sobre o Mais Querido do Mundo e a Magnética fodona. Mas continua comovente a alegria dos caras com essa vitória. Manifestações ainda estão chegando nas mídias, mesmo dado o adiantado, e garanto que é adiantado, sim, da hora.

Nunca pensei em falar de um jogo em que o Gum não errasse nada. Queima, língua!

Os caras ganharam em campo. Legal isso. Legal, apesar de não combinar muito com o clube-personagem em pauta. Menos para o departamento jurídico de Laranjalândia, que vai ficar sem pagamento esses dias por falta de tapetão pra entrar.

Chega o tempo em que superioridade se resume a reconhecer a derrota para os menores históricos e mais fracos contumazes. A supremacia Rubro-Negra é feita disso.

Flamengo até morrer!

Cornetada Vitoriana nº 198: Só os grandes ganharam no Carioqueta

Welinton é o artilheiro do ano no Flamengo.

Welinton é o artilheiro do ano no Flamengo.

Bem, vamos começar essa parada aqui falando do óbvio: só time grande tem vez. O imbróglio envolvendo a Bigoduda é prova disso. Não que o maior beneficiário com essa palhaçada seja muito maior. Mas… Ah, deixa pra lá. Literalmente!

Ontem, com o time reserva do time reserva, metemos mais um clássico 1 a 0. Dessa vez no Audax Rio, time fraco e de camisa feiona, como de resto os demais times pequenos do estado da Guanabara. Mas olha, foi mais difícil ganhar dos caras ontem do que bater Vice e Flor juntos no ano passado pelo Brasileirão 2013 sem fim. Provavelmente um reflexo do Negueba e do Matheus em campo. Esse último é tão duvidoso na prática do esporte bretão que arrancou aplausos e fez o nome do Carlos Eduardo ser gritado pela Magnética ensandecida. Coisas de Flamengo…

Dei uma pincelada rápida no assunto, mas queria retornar um pouco nele. Estamos falando do mega-rebaixado FlorminenC, agremiação useira e vezeira em nos matar de tanto rir de sua mediocridade. Nunca, claro, tão rápido, antes mesmo de a temporada começar. Além de ser portadora de uma das camisas mais feias do figurino universal, o que é uma desonra pra quem ostenta a mesma logo de empresa de material esportivo no peito, sua torcida anda rasgando pregas mais que o normal. Os caras acham mesmo que são vítimas no rabaixamento do ano passado! Entendem que o resultado em campo não tem a menor importância perante o dos tribunais. Haja tapete pra essa raça!

Como a CV 197 foi feita há 5 meses, quando do fuderosão passeio sobre o Cruzeiro pelas oitavas da C do B no Maracanã, a apoteose do Seu Elias, muito assunto de lá pra cá deixou simplesmente de ser tocado. E vai continuar assim. Melhor nos atentarmos pra coisas mais atuais, certo?

Falando nisso, nossas contratações para 2014 merecem alguma nota. Não que nos dêem tanta esperança, mas os mulambos contratados ano passado, por muito menos, provocaram calafrios. É certo que alguns continuam nessa toada, mas outros, como Hernane, Paulinho e Elias nos matam de orgulho pelo que jogaram e vergonha pelo que falamos deles à época. As dispensas foram mais que óbvias, principalmente a do tal Marcelo Moreno, que ainda se deu bem indo limpar com a bunda o banco do melhor time do Brasil. Bom empresário o dele. Mas, voltando à vaca fria das contratações, creio que a política pé no chão da diretoria galáctica se manteve. Nada de arroubos com craques em falta no mercado. Os caras, como o Feijão, o Éverton e o Elano, vieram pra somar, em posições pontuais. Ótimo. Os demais, como os estrangeiros, são uma incógnita. E ponto.

Bem, nosso ano não poderia começar melhor: 100% de aproveitamento, melhor defesa e invencibilidade de 2 meses. É só manter o scout.

De minha parte, prometo usar mais esse espaço com minhas opiniões imparciais e altamente embasadas, já que há louco pra tudo. Inclusive pra ler e curtir essa insólita letra.

Flamengo até morrer!

Cornetada Vitoriana nº 197: Simbiose!

Aprendam uma coisa: simbiose é a união de Flamengo com a Maior Torcida do Mundo.

Aprendam uma coisa: simbiose é a união de Flamengo com a Maior Torcida do Mundo.

A gente já sabia. No fundo a gente sabia. Flamengo é Flamengo! Isso é Mengão! Não tem favoritismo quando temos que reverter uma situação. Aliás, tem sim, e é nosso. O melhor time do Brasil não é adversário à altura pra gente. Flamengo mais a Maior Torcida do Mundo mais Maracanã mais classificação complicada dá vitória. Sabíamos disso desde o gol no Mineirão!

O Maraca é nossa casa. A Magnética é a maior. Somos mais apaixonados. Somos mais Flamengo! Aprendam isso!

Flamengo até morrer!

Cornetada Vitoriana nº 196: Letra!

Brocador manda letra, pra tristeza dos pobres coitados lá do fundo!

Brocador manda letra, pra tristeza dos pobres coitados lá do fundo!

Ou, ao contrário do nosso matador brocador Hernane, não vou mandar uma letra sobre a tunda catequética nos foragidos da série B de ontem.

Flamengo até morrer!

Cornetada Vitoriana nº 195: Gol bizarro e outras questões

É assim que se fica quando se toma gol ridículo

É assim que se fica quando se toma gol ridículo

Geral sabe que a fase do Mengão Dominante Aniquilidor da rafameia mal-vestida não é das melhores. Por milhões de razões, as quais não vou perder meu tempo listando. Ou melhor, vou sim. Como antecipei no post pré-jogo abaixo, as portuga seriam difíceis pra gente. Os caras têm sido pedra na chuteira flamenga há algum tempo, mesmo nos anos em que caem para seus certeiros passeios na divisão florminensista inferior à nossa e na qual nunca tivemos o desprazer de conviver no lodo e na sujeira fétida e pestilenta. Parece ser o jogo do ano pros molambos. Mas isso não é desculpa, nem era minha intenção que parecesse ser.

A versão 2013 e meio do Flamengo tem um ou outro aperfeiçoamento, um equipamentinho aqui e alí, mas é basicamente o do início do ano. É suficiente para levar o resto do ano sem muitas pretensões, sem muita empolgação. Além da falta de jogador de qualidade em algumas posições, outros tanto burros de doer, e muita, muita falha, o time não tem a mínima estrela. Lembro do Mengão Fuderosão de 2009, ano em que passávamos rodo geral, jogando bem ou não, e as coisas do sobrenatural, como gols olímpicos, ou no apagar das luzes, essas coisas que não querem dizer nada mas dizem tudo, eram a nosso favor. Olha, time que toma gol aos 48 minutos do segundo tempo de um goleiro que diz que não sabe cabecear e, pasme, pela segunda vez, não merece nada. Ou melhor, nem é questão de merecimento. Nesse caso, é questão de desmerecimento. Em outras palavras, é o contrário de sorte de campeão. Mas vamos evitar falar em azar de derrotado porque Flamengo é Flamengo e essa palavra não cabe nas nossas definições.

Quer outro exemplo disso? No sorteio das oitavas da C do B, o Flamengo poderia cruzar com 8 times, dos quais somente o Cruzeiro poderia oferecer alguma resistência. E não é que pegamos exatamente o melhor time na próxima fase? Pra se ganhar alguma coisa, não dá para escolher adversário, mas também não precisava pegar os caras logo de cara. Minha previsão: um dos finalistas sai desse confronto.

Bem, domingão tem Maraca, contra o Flor mequetrefe e sem rumo ainda. Luxa é nosso, mas vai querer aprontar contra a gente, como sempre. Uma vitória, além da bolada dos 3 pontos, nos dá um pouco de tranquilidade. Uma derrota e a crise vem firme. Empate é ruim. Mas é bom!

Flamengo até morrer!

Cornetada Vitoriana nº 194: Campeão da América? Quem!?

Comemoração unida do time no gol coisa linda de meu Deus do Nixon

Comemoração unida do time no gol coisa linda de meu Deus do Nixon

Existem coisas contra as quais não se pode lutar contra, divergir ou deixar de aceitar. As suecas são as mais bonitas. A água do mar é salgada. O Flor deve uma Segundona pra sociedade. Nossa cerveja não é a melhor do mundo. E o Atlético Mineiro é muito freguês do Flamengo. Não há como negar que os caras jogam com uma vontade superior contra a gente, e nós estamos pra eles assim como político brasileiro está para o povo: nem aí. Mesmo vindo de um título que nem eles mesmos acreditavam ser possível conquistar, apesar dos gritos insanos da arquibancada, os caras não foram adversários pra gente ontem. Como, via de regra, não são nunca! E, mais engraçado de tudo, é saber o quanto os buchas piram quando ouvem falar do Flamengo e, pior ainda, da Maior do Mundo. Parecem viceínos! Ganharam, de novo, o que a maricotinha ganhou atrás da horta da mulambada insana flamenga!

Muito legal o show de ambas as torcidas ontem no estádio de Brasília. Mesmo perdendo desde antes de o jogo começar, os maluquetes da terceira torcida das Minas Gerais tentaram, em vão, obviamente, fazer frente à Magnética, trabalho inútil e tarefa ingrata. Mas valeu o esforço… O que um título impossível não faz com torcidas pequenas, né? Vieram em peso ao estádio, provavelmente reforçados por gente das redondezas mineiristas, já que aqui não há tanto galináceo assim, e encheram quase 20% do espaço dedicado a eles no estádio. Em compensação, na parte mista das arquibancadas, tinha quase 1 atleticano para 50 Rubro-Negros nas inferiores do Nacional. Muito legal a empolgação dos caras. Inócua, mas legal. Ajudou muito a aumentar a média de público do Mengão no campeonato, a nos alçar para a liderança do quesito e a reforçar que Flamengo é foda e pronto. Aliás, fizemos os jogos com os 4 maiores números de torcedores do torneio. Dá procê ou quer mais?

Ah, sim, claro, não podia deixar de lembrar de um fato relativo ao jogo. Esperto como é, o Miguezinho Gaúcho previu o que todo mundo também já sabia e não quis fazer parte do papelão de seu time, ficando de fora da partida. Eu ganho, vocês perdem! Rá!

Próxima contenda é contra a Bigoduda, no mesmo estádio. Tendo a achar que a diretoria atual manda muito bem nos aspectos gerenciais. Mas não consigo ter opinião formada ainda sobre a decisão de isolar o anel superior e colocar somente 27 mil ingressos para venda. Torcidismos à parte, vamos pra cima, pra fazer 6 pontos seguidos pela primeira vez no campeonato, deixar o perrengue e o acesso à divisão subalterna fluminensista para sãopaulos e atléticos da vida e sonhar com um lugar mais adequando às glórias e tradições do Mais Querido.

Flamengo até morrer!

Cornetada Vitoriana nº 193: Programa de milhagem Rubro-Negro!

Mulambada garantindo passagens de grátis

Mulambada garantindo passagens de grátis

Após a tunda consertativa em mais um representante dos rincões futebolísticos desse país flamengo, nossa caravana nacionalista segue em busca de mais 3 pontos e de dias melhores, para deleite da Magnética ao sul da belíssima Santa Catarina. Antes do Inter, porém, uma breve letra sobre nossa modesta participação na C do B 2013. São seis jogos e seis vitórias. Estamos entre os 16 melhores times do país (?). Pronto!

Domingo é dia de Brasileirão, no interior do Uruguai do Norte, contra o melhor time de lá, o embalado Internacional de Porto Alegre, do mal-humorado técnico Dunga. Falando nisso, o Dunga nunca foi o mais esperto dos 7 anões, né não? Isso deve ser bom pra gente. Bem, continuando, a mística que envolve esse duelo é rica em dualismos. O Flamengo, time mais nacional do Brasil e mais brasileiro do mundo, joga contra um time cheio de estrangeiros, quase de outro país (como boa parte da gente de lá pensa) e remete ao além-mar até no nome. Digno de nota, o confronto também faz lembrar a final do Brasileiro que nos deu o tetracampeonato de futebol masculino, no longíncuo e já clássico 1987, torneio que ganhamos no campo, na raça e na técnica de Zico, Renato Maluco e Bebeto. As cores dos dois clubes guardam, também, uma semelhança, em que pese o nosso negro ser bem mais charmoso e fashion que o branco deles, o que lhes confere uma cara inegável de Bangu ou América. Por fim, há muita gente que tem o Inter como time simpático, ao contrário de seu grande rival local, o funesto e espontaneamente repugnante Grêmio. De minha parte, se não é vermelho e preto, com sede na Gávea sinistra e dono da maior torcida do mundo, quero mais é que queime no mármore do inferno.

Nos últimos jogos, ao que parece, o Flamengo adquiriu uma certa cara. O time continua uma porcaria, sério candidato a figurar no campeonato, nem tanto à terra, já que chegar na Liberta parece tarefa das mais infecundas, nem tanto ao mar, já que há ao menos uns 12 times piores que o nosso, grupo esse contando inclusive com alguns dos paraguaios líderes temporários atuais, e rebaixamento está fora de cogitação. Mas o fato é que o Mano tem conseguido, ao menos, passar uma certa tranquilidade à mulambada, fortalecido pelas promessas cumpridas de salários em dia da nossa galáctica diretoria. É bem verdade que passar fácil por times menores como ASA de Arapiroca e Vasdama não pode animar ninguém… Mas, como se diz na França, é muito melhor ganhar que perder.

É isso! Inter no domingo, no interior norte-uruguaio. 1 pontinho é muito bem-vindo. Mas uma vitória, se bem administrada, sem fazer com que egos se inflem, é ainda melhor, pra preparar o time pro confronto com o Chororô, na rodada seguinte, na reinauguração real do Maracanã, nossa casa.

Flamengo até morrer!

Cornetada Vitoriana nº 192: Brasília é Flamengo!

60 mil santistas vestidos de Rubro-Negros para a despedida do Neymar

60 mil santistas vestidos de Rubro-Negros para a despedida do Neymar

Olha, foi bonito de ver o Estádio Nacional de Brasília ontem, no jogo contra o Santos, pela rodada de abertura do Brasileirão 2013. A Magnética, em qualquer lugar do mundo, dá show à parte, embelezando qualquer moldura. Mas a arena construída em nossa segunda casa, a capital da esperança, é bem bacana mesmo. Por dentro, já que por fora o gosto é duvidoso. Apesar da capacidade de 74 mil habitantes, o estádio tem cara de alçapão, o que deve ter botado medinho no Peixe, já que os caras não jogaram nada. Ou melhor, não deve ter sido isso não: o Santos é simplesmente um time fraco. Talvez seja o que explica porque jogamos, por incrível que pareça, bem. Como se diz, o Flamengo perdeu 2 pontos, e o adversário ganhou 1.

Primeiro mini check-point conquistado, já que fizemos ponto fora de casa. O primeiro macro check-point é os 42/45 do rebaixo, o que não deve nos aflingir esse ano. Depois do Peixe, vamos avançando no zoo e pegamos a Macaca. Irresistível trocadilho, não podemos pagar mico.

Flamengo até morrer!

Cornetada Vitoriana nº 191: Olympikus é Flamengo!

Camisa EternaDeixei passar, mas tá valendo. Isso é parceria. Valeu, OLK! Clique na foto.

Flamengo até morrer!

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