Pela primeira vez na história, futebol fica de lado aqui neste espaço. O Flamengo que me deu alegria foi o da bola laranja. Numa fantástica série melhor de cinco, o Mengão conquistou o bicampeonato de basquete brasileiro, e o primeiro título da Liga NBB, a tentativa de moralização e organização do basquetebol nacional. E como conquistou… No 5º jogo, com trapalhada da arbitragem, arena lotada e jogo emocionante. O Mengão foi mais Mengão que nunca e bateu o forte Universo BRB (esse é o nome do time, Brasília é só pra Globo não fazer propaganda), vice de novo, tal como Vasdagama e Putfire. Não entendo muito do riscado e, por isso, não vou me meter a falar do que não sei. Portanto, fica só a homenagem. E a menção ao meu amigão Rodrigo, que se emocionou com um Flamengo diferente do futebol a ponto de pedir que citasse aqui a vitória fantástica do nosso quinteto de Manto Sagrado cavado. Nem precisava pedir, Rodrigo Menino!
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Teve FlaXFlu também. E os mesmos males que nos acometem ultimamente: mil chances desperdiçadas, pontos perdidos para time pequeno e chance de chegar nos líderes jogada pela janela. Esse é o Mengão do futebol.
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Parece que o Denis Marques é jogador do Fla. Não conheço mas, quem conhece, afirma que não é grande coisa. Pra variar…
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Fla e CFZ unidos. É o Zicão chegando geral na política Rubro-Negra. Enquanto há vida, há esperança.
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Luxa saiu do Verdão. Olha o trem querendo.
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E o Dunga conseguiu ser campeão da Copa das Confederações e endurecer um jogo com os… Estados Unidos.
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Aê, diretoria, vamos trabalhar: o Lúcio vai ser dispensado do seu time alemão e nós precisamos de um bom zagueiro.
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Continuam faltando 21 vitórias. E tá ficando difícil…
Flamengo até morrer!
E não é que goleamos o queridinho da imprensa! Os caras estavam mancos, é verdade, mas tomaram uma traulitada pra fazer perder o rumo. E o Mengão, mais uma vez, botou as coisas em sua ordem natural e mostrou que o comum Inter tem somente 7 ou 8 jogadores, o resto é abaixo da média nacional. E, de quebra, ajudou a abalar a estrutura da comissão técnica dos coloridos. Tite cai logo, logo, porque é muito fraco e porque o Muricy tá desempregado.
O Imperador voltou. E voltou como Imperador. Em jogo festivo, pela escolha do Rio de Janeiro como sede da Copa de 2014, mas muito mais pela volta do Adriano aos gramados e ao seio flamengo, a Magnética lotou sua casa, com 71 mil bravos e felizes torcedores. E, mais uma vez, o Mengão mandou muito e deu um sacode na pequena filial paranaense. Ao contrário das outras belas apresentações, tínhamos alguém pra resolver na frente, e este alguém era simplesmente nosso maior ídolo depois de Júnior Capacete. O Imperador, ainda ressentindo de ritmo de jogo, fez um partidaço dentro do possível e acabou com a fraca zaga atleticana. De resto, o de sempre: Ibson e Kleberson (o convocado, droga!) distribuíram bem o jogo, Toró, Willians e Airton seguraram bem o meio-campo, e nossos laterais entraram como e quando quiseram pelos lados do campo. Até o Sheik mandou bem, o que pode configura uma potencial boa dupla de ataque com o Adriano. Bons ventos sopram para os lados da Gávea!