Posso até ter feito, não me lembro, mas eu evito falar mal do cara. No entanto, esse tal de Ronaldo Fenômeno é, verdadeira e ridiculamente, um grande babaca. Tem mais de seis meses que ele veste a camisa do Corinthians, mas não consegue esquecer o Mengão. E não consegue enxergar (ou então enxerga até demais) que é o inocente inútil de uma ação de marketing avassaladora e bem-sucedida tramada e orquestrada pela Nike e pelo Corinthians. E parece que vomitar impropérios acerca do tamanho da torcida mosqueteira e da do Mais Querido é uma das cláusulas mais importantes. De traidor da Nação, o cara parece estar se sentindo traído. E, parafraseando nosso cartolão KL, está-se saindo um comediante dos melhores. E nem inventando esses factóides tão bisonhos quanto insólitos o cara tem conseguido brilhar sozinho sem se valer dos holofotes Rubro-Negros.
Ah, cara, quando te chamarem para um programa de televisão, vá por si mesmo, pelo seu clube, esquece o Flamengo! Já somos notícia e temos cobertura demais da imprensa pra ficar no meio dessas confusõeszinhas imbecis nas quais você nos coloca. Para de dizer que você é Flamengo. Você é profissional (num sentido não muito bom) demais pra se dizer torcedor do Mengão. Olha, corro o risco de queimar a minha língua, já que do futebol e da cabeça oca da nossa diretoria tudo pode ser esperado. Mas fica por aí, vai pro raio que o parta, mas não pense em Flamengo mais. Faça-nos esse favor.
Falando nisso, quer ser Flamengo e provar isso? Seja o Ibson!
Flamengo até morrer!
Desde o Dimba que tento não depositar esperanças nas contratações maravilhosas de nossos brilhantes dirigentes. Mas tô abrindo uma exceção, louco pra não queimar a língua (ou as pontas dos dedos). Esse cara parece ser diferente, não pela qualidade, que ainda não conheço, mas pelas atitudes e palavras. Estou falando do Emerson, nova contratação flamenga para a temporada. O cara já chegou treinando sem ter sido nem apresentado, foi ao Maraca no primeiro jogo para prestigiar os futuros novos colegas, já participou de rachão e de reunião de jogadores e é mais Rubro-Negro que muito flamenguista por aí. Dá uma conferida nas declarações do cara:
Este texto é atribuído ao publicitário Mentor Muniz Neto, diretor de criação e sócio da Bullet, uma das maiores agências de propaganda do Brasil, sobre a crise mundial.

Que a naufragália da camisa horrorosa já é nosso maior freguês em finais, lutando bravamente contra o Fogão por este título, já estamos mais que carecas de saber. Agora, não ganhar nem partidas normais… Se bem que a de ontem não teve nada de normal, a começar pelo público. Tudo bem que choveu e tudo, mas 20, 30 mil habitantes em jogo dos outros timinhos é uma honra e uma raridade comemorada. No Mengão, não, é pouco, não serve nem pra atrapalhar. Outro motivo para anormalidade: cavamos ainda mais a cova cruzmaltina. Os caras traçaram uma reta rumo à Segundona, e seu maior algoz tinha que participar disto. Vai ser lindo ver o Vascão e o Renato Maluco penando pra bater o ABC, o Vila Nova e o Barueri. Por fim, o sonhado Hexa ainda é muito possível, e a colônia portuguesa nos ajudou muito nisso ontem. Obrigado!
coisa que tem que ser feita no calor do momento. E falar da situação atual do Mengão é uma delas. Primeiro perdemos o título. Depois, a possibilidade de uma Libertadores antecipada. E, agora, a classificação que só dependia dos nossos próprios esforços. Não houve esforço. Não entendo nem como fizemos 3 gols contra o similar curitibano. Faltou vontade. Faltou futebol. Faltou perna. Faltou técnico. Faltou flamenguismo. Não deu. Ao contrário do resto do campeonato, salvo exceções como os jogos contra o (infelizmente para o mundo do futebol) Hexa São Paulo, desta vez não perdemos pra nós mesmos. O Flamengo entregou o campeonato. Entregou alguns jogos. Entregou a classificação. Pelo menos não somos florminenses e vasdagamas…