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cornetada vitoriana 219: Valeu, professor!

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Valeu, grande Rubro-Negro!

A letra de hoje certamente iria sugerir que, após o resultado patético para o notório freguezaço Vitória, a situação ficaria insustentável para o professor Zé Ricardo. Escrevo minutos após sua queda. Curioso é o cara perder sua posição exatamente no jogo em que deixou de lado uma de suas características mais marcantes, senão a mais delas: a fidelidade a seus princípios, ao barrar o Massaraújo e deixá-lo no banco, como solicitava os pitaqueiros de plantão, parte da torcida e a mídia resenheira e desorientada. Fato é que o bicho foi responsável direto pela derrocada de seu treinador, é mole? Ahah. Brincadeirinha…

Uma coisa é clara nisso tudo: o time não evoluia, faltava sempre alguma coisa. Não gostei da demissão do cara, mas não sei se lamento também. No entanto, pros padrões do ludopécio nacional, o homem foi guerreiro e a diretoria o segurou no cargo o quanto pode.

Lembrando a CV anterior, continuo achando que o treinador não cortou bola no pé do adversário como no primeiro gol do Vitória, nem fez pênalti cretino, como o capita fez no segundo. Mas entendo.

O bicho deixo o Flamengo com 89 jogos, sendo, 47 vitórias, 17 derrotas e 25 empates, 62,17%. Bom, vida que segue!

Desde já, fora Jorginho, Roger Machado, Eduardo Baptista!

Flamengo (5º) 0X2 Vitória (19º), Brasileirão 2017, Rodada 19. 5ª colocação.

Flamengo até morrer!

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cornetada vitoriana 205: Empate com sabor de empate!

donA reles parte da sociedade que se mete a escrever pros outros lerem, eu entre eles, que o faço pra meus quatro queridíssimos leitores, eu também no meio, sabe que falar sobre o que não se quer em um dia que se quer ainda menos, como hoje, é osso. Mas é um de meus valores fazer aquilo que me prontifiquei a fazer. Portanto, mando a letra, ainda que curta, e sob o efeito do sentimento pouco nobre da raiva por não ter atropelado os bolhas do FluminenC na tarde de hoje.

Bom, já falei do resultado – não vitória – e do quando – hoje à tarde. Vamos pro como… Sofrível é a palavra mais publicável. Professor Zé Ricardiola, catedrático como poucos, gênio incompreendido, que paga os percalços das poucas idade e casca, inventou o termo “posse de bola estéril”. Então, o Flamengo de hoje fez assim: toca a bola, a mantém, mas entrega e tem que correr atrás. Já falei aqui que o futebol flamengo da atualidade é isso: bolas entram, não entram, tomamos gols, não tomamos, e o jogo termina em vitória nossa, empate ou derrota. Parece óbvio, mas é isso. E nem vou tentar explicar, porque só iria repetir as mesmas palavras. Mas vou dar pistas: faltam domínio de jogo, sorte (que acompanha, sim, os vencedores), competência, atenção. E bolas que não entram, entram; jogadas incríveis dão em nada; jogadas bizarras do adversário viram gols.

Começamos a rodada como a segunda melhor defesa do campeonato. Nem me dei ao trabalho de saber como terminamos, mas não deve estar muito pior. Agora, tomar 2 gois do sub-20 do time da Terceira Divisão é foda. Inventamos os triunfos dos caras. Donde se conclui que nossas defesas, as brasileiras, são sete-a-um-nianas. Rá!

Outra coisa, negócio de com Massaraújo, sem Massaraújo. Tomamos um traulitada em lance em que sua ausência foi sentida. Mas… Ah, não tem defesa… Rá, rá!

Por fim, os entendidos entre aspas massacram nosso ataque. Com razão, a depender do jogo de hoje. E fazem o mesmo com nosso DT. Mas, na boa, Zé Ricardo não entra em campo pra criar mil chances de gol e fazer só 2. Criando, é bom que se diga.

Se a Chape perdeu de 2 em casa hoje, imagina o que não faremos com eles na simpática Ilha do Urubu na quinta! 1 a 0 pra gente, garantido! Ahah!

Fluminense 2X2 Flamengo, Brasileirão 2017, Round 8. 10ª colocação.

Flamengo até morrer!